Los Angeles, Califórnia, 02 abr (Lusa) - Os advogados Conrad Murray, acusado em fevereiro de homicídio involuntário pela morte de Michael Jackson, exortaram quinta feira a justiça norte-americana a não retirar ao médico o seu direito de exercer, sanção que constituiria "uma catástrofe financeira e pessoal".
O procurador da Califórnia anunciou recentemente a sua intenção de pedir à justiça para retirar a Conrad Murray o seu direito a exercer a medicina no Estado, pelo fato da sua "conduta e imprudência no tratamento providenciado a Michael Jackson o tornarem perigoso para o público".
Conrad Murray reconheceu ter administrado ao "rei da Pop" o poderoso anestésico Propofol, que provocou a morte do cantor, a 25 de junho em Los Angeles, aos 50 anos.
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